IA na análise
Times de análise de produto e sistemas (BA, analista funcional, analista de sistemas, PO).
SaídaDocumentação técnica estruturada, pronta para o Pilar 2.
A NEXGS implanta IA dentro do ciclo de TI da sua empresa em três pilares conectados: análise, UX e engenharia. Cada um pode ser contratado isolado. Comprados juntos, formam uma esteira completa onde o output de um pilar vira insumo automatizado do próximo. Do épico ao código, sem reinterpretação no caminho.
Hoje a maioria das empresas adota IA elo por elo, sem método. O analista abre o ChatGPT, o designer testa Midjourney, o desenvolvedor liga o Copilot. Cada um ganha um pouco de produtividade isolada, mas o ganho não atravessa a cadeia. A documentação sai do analista e o desenvolvedor relê na intuição. O designer abre o documento e desenha por feeling. O desenvolvedor recebe a tela e codifica achando que entendeu o componente. Em cada elo, perda de fidelidade, retrabalho e conhecimento que não passa adiante.
A IA Aplicada da NEXGS foi desenhada no contraponto. Em vez de instalar ferramentas e treinar pessoas isoladamente, estruturamos a adoção pilar a pilar dentro do ciclo real da empresa, com workflows agênticos próprios em cada um e a cadeia ligada pelos artefatos. O analista produz a documentação técnica num formato que o agente do designer já sabe ler. O designer compõe as telas no Design System que o agente da engenharia consegue interpretar. O time de engenharia entrega código no padrão da casa, com manutenção evolutiva já apoiada por agentes que conhecem os sistemas que estão de pé.
Cada pilar entrega uma adoção guiada de IA dentro de uma área específica do ciclo de TI. Sozinho, cada um já gera ganho concreto. Conectados, formam uma esteira que transforma a cadeia inteira. Os artefatos gerados em cada pilar são pensados para alimentar o próximo sem reinterpretação humana no caminho.
Times de análise de produto e sistemas (BA, analista funcional, analista de sistemas, PO).
SaídaDocumentação técnica estruturada, pronta para o Pilar 2.
Time de UX e Design, com agentes acessíveis aos demais perfis.
SaídaTelas no padrão do Design System, prontas para o Pilar 3.
Time de engenharia, sob liderança de CTO, VP de Engenharia ou Head de Plataforma.
SaídaCódigo no padrão da casa, com manutenção evolutiva apoiada por agentes.
Adoção guiada de IA para o time que mora entre o problema do negócio e a execução.
Times de análise de produto e sistemas: analistas de negócio, analistas funcionais, analistas de sistemas e POs com chapéu de análise. Toda função que mora entre o problema do negócio e a execução do dev e do UX.
Levantamento dos processos atuais e dos artefatos que a empresa produz hoje (épico, história de usuário, RFC, especificação funcional, casos de uso, mapeamento de fluxos, regras de negócio extraídas). Plano de adoção guiada das ferramentas de IA. Templates padronizados nos formatos da empresa. Workflows agênticos com padrões de segurança embutidos. Agentes especializados para apoiar o analista em cada etapa. Treinamento e acompanhamento contínuo.
Quando o contexto exige (banco, fintech, plataforma de investimento), os agentes são configurados para embutir governança e rastreabilidade nos artefatos desde a origem, não como camada adicionada depois.
Processo de análise estruturado, agentes em produção operando dentro do padrão da empresa, templates versionados, time treinado para operar com os agentes e métricas de produtividade em acompanhamento. Saída-chave do Pilar 1: documentação técnica padronizada, em formato consumível pelo agente do Pilar 2.
Adoção guiada de IA para o time de Design, com Design System vivo no centro do fluxo.
Time de UX e Design, sob liderança do Head de Design. Os agentes ficam acessíveis para outros perfis quando o cliente quiser (analistas, POs, gerentes), sempre operando dentro do padrão definido pelo time de Design.
Levantamento da operação de UX atual. Configuração de workflow agêntico no Figma, com agentes especializados em composição de telas, validação visual e auditoria de aderência ao Design System. Quando a empresa não tem Design System estruturado, a NEXGS cria do zero junto com a implantação dos agentes. Conexão com o Pilar 1: o agente lê a documentação técnica produzida pelos analistas e gera as telas correspondentes, no padrão do Design System.
Workflow agêntico de UX em produção, Design System vivo mantido pelos agentes com governança humana, agentes treinados no padrão visual da empresa, e telas geradas no padrão do Design System a partir da documentação do Pilar 1. Saída-chave do Pilar 2: telas no padrão da casa, prontas para o agente do Pilar 3 consumir.
Adoção guiada de IA dentro do contexto real da engenharia da empresa.
Time de engenharia, sob liderança de CTO, VP de Engenharia ou Head de Plataforma. Decisão técnica sênior, não escopo de squad isolado.
Levantamento dos padrões de desenvolvimento existentes (templates, IDP, bibliotecas internas, documentação, esteira de CI/CD). Adaptação do workflow tradicional para um workflow agêntico, com automação das tarefas repetitivas. Configuração de agentes especializados em revisão de código, geração de testes, criação de specs e composição de novos módulos. Conexão com o Pilar 1 (consome a documentação técnica) e com o Pilar 2 (busca telas e componentes no Figma para apoiar a composição). Quando o cliente ainda não tem processo de desenvolvimento estruturado, recomendamos a entrada antes pelo SRV-002 da página /servicos.
A NEXGS opera sobre as ferramentas de LLM que o cliente já tem ou prefere: Cursor, Claude Code, Kiro, Copilot. O ativo entregue não é uma plataforma proprietária. É o método: processo, skills, rules, templates e o ciclo de engenharia configurado dentro do contexto real da empresa.
Agentes em produção operando dentro do padrão da empresa, IDP integrado quando faz sentido, tarefas repetitivas automatizadas, agentes de manutenção evolutiva atuando sobre os sistemas existentes. Saída-chave do Pilar 3: código no padrão da casa, entregue com mais velocidade, com a cadeia inteira amarrada desde a análise.
Os três pilares compartilham a mesma estrutura de implantação. O que muda é o time alvo, os artefatos e os agentes configurados. A cadência se repete em quatro etapas:
Mergulho no time alvo do pilar contratado. Mapeamento dos processos, artefatos, ferramentas, padrões e cultura existentes.
Saída: diagnóstico estruturado e plano de adoção sob medida.
Desenho do workflow agêntico para o pilar, com definição de agentes, skills, rules, templates e governança humana. Validação com a liderança do cliente antes de começar a implantação.
Configuração dos agentes nas ferramentas que o cliente usa. Padrões de segurança embutidos. Conexão com os pilares vizinhos quando contratados em conjunto. Validação em ciclos curtos com o time alvo.
Bootcamps e workshops para o time operar com os agentes. Acompanhamento contínuo nos primeiros ciclos para refinar prompts, ajustar templates e medir produtividade antes e depois.
Saída: runbook do workflow agêntico, ativo na operação do cliente.
Implantamos IA dentro de operações críticas no mercado financeiro e tecnológico.
Se o objetivo é parar de ter IA pulverizada e começar a ter IA conectada, vale conversar. Começa com diagnóstico do pilar mais crítico para o seu time, segue com plano de adoção e termina em proposta objetiva.